“Oi, Jesus”

Ao meio dia, um pobre velho entrava no templo e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo.

- Venho orar, respondeu o velho.

- Mas é estranho que você consiga orar tão depressa, disse o sacristão.

- Bem, retrucou o velho, eu não sei recitar aquelas orações compridas.
Mas, diariamente, ao meio dia eu entro neste templo e só falo: “Oi Jesus, é o Zé. “Em um minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado em um hospital. Na enfermaria passou a exercer uma grande influência sobre todos. Leia mais »







 

A arte de viver a vida.

Pierre Weil.
Editora Letrativa Ltda.
Ano: 2004.

a Arte de viver a vida - 2

Este livro se destina praticamente a todas as pessoas. Pois, salvo raras exceções, mulheres e homens contemporâneos perderam o sentido da existência e comunicaram a falta de sentido aos jovens, que se sentem ainda mais desarvorados.

Eu passei por uma crise existencial de que falo no meu livro “A revolução silenciosa”. Foi uma crise de perda de sentido. Eu tinha tudo para ser feliz e estava mais infeliz do que nunca. Então tive de aprender a ser, pois era doutor em ter a desconhecia o sentido da existência. Comunicar o que descobri por mim mesmo, convidar os outros a fazer as mesmas descobertas e indicar como procurá-las é o mínimo que posso fazer, com a máxima alegria, de coração para coração.







 

Paz, Rigor e Ahima

Carlos Cardoso Aveline.

Amigos,
De uns meses para cá, uma palavra tem surgido constantemente nas reuniões de terça e de quinta na Unipaz-DF. A palavra é “rigor”.

O termo tem sido usado como sinônimo de firmeza; de exatidão; de perseverança; de coragem de cumprir e respeitar as decisões tomadas; de capacidade de frustrar expectativas alheias, sempre que esse for o preço a pagar por agir corretamente.

De fato, parece haver uma variedade de “normose” que nos proíbe de contrariar as expectativas dos outros, e essa normose não ajuda a construção uma paz verdadeira. Ao contrário, atrapalha. Por isso, durante a mudança de cultura organizativa que a Unipaz-DF vem atravessando, surge gradualmente a palavra “rigor” como um o conceito-chave.

O termo “rigor”, no entanto, depende do contexto e do modo como ele é usado. A prática do rigor só faz sentido se, ANTES disso, o FOCO da consciência individual e coletiva estiver firmemente estabelecido na Ética e na Justiça, sem as quais, naturalmente, não pode haver uma Paz Durável. Leia mais »







 

Para poder liberar as tensões.

Jayme Salvon & Isabella.

1. Antes de ir para o seu serviço diariamente, faça este exercício simples: sente-se confortavelmente, relaxe o corpo e concentre-se na sua respiração.

Sempre que pensamentos perturbarem sua concentração, afaste-os e leve sua consciência de volta a sua respiração. Dedique pelo menos dez minutos para estar em silêncio todos os dias.

Não há nada de difícil ou complicado nesta prática e ela vai lhe trazer benefícios;

2. Escreva ou digite esta afirmação e coloque-a num lugar onde possa vê-la no trabalho todos os dias:

“Meu trabalho é um lugar de paz.
abençôo meu trabalho com amor.
Coloco amor em cada canto da minha sala e
meu trabalho retribui amorosamente, me fazendo crescer.
Estou em Paz!” Leia mais »