Meu Deus;

por Mahatma Ganghi

Meu Deus… Ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes, e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.

Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade, e se me dás forças, não tires o meu raciocínio.

Se me dás êxito, não me tires a humildade se me dás humildade, não tires a minha dignidade.

Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade, e não me deixes acusar os meus adversários, apodando-os de traidores, porque não partilham o meu critério.

Ensina-me a amar os outros como me amo a mim mesmo, e a julgar-me como o faço com os outros.

Não me deixes embriagar com o êxito, quando o consigo, nem a desesperar, se fracasso. Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede o êxito.

Ensina-me que a tolerância é o mais alto grau da força e que o desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.

Se me despojas do dinheiro, deixa-me a esperança, e se me despojas do êxito, deixa-me a força de vontade para poder vencer o fracasso.

Se me despojas do dom da saúde deixa-me a graça da fé.

Se causo dano a alguém, dá-me a força da desculpa, e se alguém me causa dano, dá-me a força do perdão e da clemência.

Meu Deus… se me esquecer de Ti Tu não Te esqueças de mim!







 

Livro das Bem-Aventuranças e do Pai-Nosso.

Jean-Yves Leloup.
Editora Vozes Ltda.
Ano: 2.004.

Escutei com muita atenção as palavras e as canções de Bené Fonteles e os poemas lidos por Roberto Crema. Bené cantou em uma pequena frase o assunto que vamos abordar esta noite, o desejo do regato em encontrar o mar. É necessário reencontrar este desejo dentro de nós porque, assim como o regato, podemos nos perder antes de nos unirmos ao oceano.

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A Arte de Viver em Paz.

Pierre Weil.
Editora Gente Ltda.
Ano: 2.002.

A Arte de Viver em Paz.

Para Pierre Weil, a onda de violência que estamos vivendo é reflexão de uma crise que afeta nossa juventude e seus pais: a falta de sentido da existência. Momentos de crise, porem, podem tornar-se uma grande oportunidade de evoluir e se transformar. É nesse contexto que se insere este livro - sua proposta é educar para a paz, pois não adianta desarmar os homens se seu espírito não for pacificado.
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Deserto Desertos.

Jean-Yves Leloup.
Editora Vozes Ltda.
Ano: 2.002.

Deserto Desertos.

Deserto, vazio, imensidão e silêncio, tempestades de areia, calor abrasador, oásis e repouso. No deserto se forjaram Moisés e Maomé. No deserto, Jesus enfrentou e venceu o Tentador e partiu para sua missão redentora. No deserto, a criatura humana se despoja de si, enfrenta seus demônios e forja a própria identidade.
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