A crise é panetária.

Ninguém nasce violento, torna-se. Ninguém nasce corrupta torna-se, ninguém nasce com um revolver na cintura compra-se esta arma, ninguém nasce analfabeta torna-se analfabeta, ninguém nasce com uma marca na testa dizendo, este é bandido ou este é este é equilibrado, ou honesto, ou este é solidário ou cooperativo.

A crise é planetária, do ponto de vista ambiental, social, moral, ético e de valores como a solidariedade e respeito mútuo.

O que estamos assistindo de violência no Estado de São Paulo e em outros Estados em menor escala, é o que podemos chamar de Ponto de Desequilíbrio. Estado e Sociedade se enfrentam para lamber suas própria feridas.

O Estado é fraco, foi contaminado pelo que o próprio Estado desenvolveu de pior do ser humano.

Ninguém nasce violento, torna-se. Ninguém nasce corrupta torna-se, ninguém nasce com um revolver na cintura compra-se esta arma, ninguém nasce analfabeta torna-se analfabeta, ninguém nasce com uma marca na testa dizendo, este é bandido ou este é este é equilibrado, ou honesto, ou este é solidário ou cooperativo. Leia mais »







 

Novas idéias para novos tempos.

por Dr. Pierre Weil

ESTADO DE AMOR: COMO DESPERTÁ-LO?

Passei dezenas de anos sem saber o que é o verdadeiro amor. Certo dia, durante um retiro de três anos com um mestre do Tibet, perguntei a um deles: “O que é amor?” Ele me respondeu: “Amar consiste em querer a felicidade de todos os seres”. Fiquei surpreso e deslumbrado com esta resposta.

Muitas pessoas tem momentos privilegiados em que se sentem invadidos por uma felicidade tal, que transborde os seus limites pessoais, e faz com que desejam que esta felicidade seja de todo mundo. Isto acontece nos primórdios de um namoro por exemplo, em que estamos como transportados pela felicidade e comunicamos isto para os outros, os amigos, os conhecidos. Neste período, podemos dizer que estamos em estado de amor. Leia mais »







 

A sustentabilidade da Terra e a herança de Francisco

Marcelo Barros.

A memória de São Francisco de Assis, celebrada cada ano no dia 04 de outubro, recorda os cristãos e não cristãos a prioridade do cuidado espiritual com a Terra, as águas e todos os seres vivos.

Há mais de 700 anos, Francisco, jovem rico de Assis, descobriu um apelo divino em sua vida. Deixou a sociedade fútil da época e consagrou-se a ser pobre no meio dos mais pobres, servindo-os e testemunhando a todos o amor divino.

À medida que se aproximou intimamente de Deus, desenvolveu a dimensão mais humana do seu ser.

Ao tornar-se, o mais possível, parecido com Jesus Cristo, passou a olhar todo ser vivo como seu irmão e irmã. Em meio a um cristianismo guerreiro que organizava cruzadas contra os infiéis e, cujo dogmatismo, o fazia considerar-se superior às outras religiões, Francisco trabalhou pela paz e pelo diálogo com os muçulmanos e com todos os seres humanos.

Tantos séculos depois, o nosso planeta passa por uma crise ecológica que, conforme os cientistas podem acarretar um desastre ecológico tão grave que ameaçaria a vida sobre a Terra. Isso já ocorreu algumas vezes, em épocas muito antigas. Uma vez, caiu um cometa sobre a superfície terrestre e provocou mudanças radicais no planeta. De outra vez, um desvio de rota do globo terrestre em seu movimento de rotação provocou uma era do gelo.

Desta vez, o desastre anunciado não será provocado por nenhum fenômeno natural ou inevitável e sim pela própria humanidade que, à busca do lucro e conforto imediato não leva em conta as condições da vida e o respeito aos semelhantes, quanto mais aos outros seres vivos.

A cada dia, este risco aumenta e a única solução para determos a tragédia é deslocar o eixo do desenvolvimento para o da sustentabilidade.

Sobre isso sabemos que existem alguns caminhos enganosos e falsos. O cuidado com o meio ambiente é ostentado em publicidades caríssimas até por empresas que são as que mais exploram e poluem. Este tipo de desenvolvimento sustentável visa mais a redução de impostos e a rentabilidade do produto apregoado do que o verdadeiro equilíbrio ecológico. Como escreve Leonardo Boff: “Uma sociedade é sustentável quando se organiza e se comporta de tal forma que, através das gerações, ela consegue garantir a vida dos cidadãos e dos ecossistemas na qual está inserida. Quanto mais uma sociedade se funda sobre recursos renováveis e recicláveis, mais sustentabilidade ostenta. Isso não significa que não possa usar de recursos não renováveis. Mas, ao fazê-lo, deve praticar grande racionalidade, especialmente por amor à única Terra que temos e em solidariedade para com gerações futuras” (A Gazeta, 18/09/2006, p. 03).

Todos estão de acordo que este objetivo nunca será alcançado enquanto a organização social e econômica do mundo continuar achando natural que dois terços da humanidade continuem vítimas da injustiça social, da miséria e da fome, assim como mais de um quinto dos seres humanos não têm acesso à água potável limpa e sadia. Sem justiça social nunca teremos justiça ecológica.

O Brasil que acaba de eleger seus governantes para um novo quadriênio sabe que, apesar de que, em nosso país, estão 12% de todas as águas doces do planeta, milhões de brasileiros continuam bebendo água imprópria e a maioria de nossos rios continua recebendo todo tipo de esgoto e poluição.

Apesar de todos os heróicos esforços da ministra Marina e de seus companheiros do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil continua sendo uma das sociedades mais desequilibradas do mundo, no que diz respeito à igualdade social e, portanto, ao cuidado com a sustentabilidade do planeta.

Neste mês em que, na maior parte do território nacional, voltam às chuvas benfazejas, cada pessoa é convidada a integrar grupos de base e comissões de voluntários para cuidar dos rios, plantar árvores e zelar pela natureza que nos cerca. A memória de São Francisco de Assis e o clima de preparação para o Natal que, dentro de um mês, nos envolverá poderão nos iluminar neste caminho humano e espiritual.







 

Sabedoria.

Por Eileen Caddy.

“Que a sua fé seja forte e firme.

A fé tem que ser vivida e demonstrada, não falada.

Torna-se cada vez mais forte quando usada constantemente.

Não é algo que se possa tirar da prateleira de vez em quando,

usá-la e recolocá-la no lugar para o próximo que precisar.

medida que você aprender a viver pela fé,

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